"I've been searching for something true. My heart says it must be you. I'd love to fall and see it trought. But, only if you told me to. Well, i'd run through the desert, i'd walk through the rain. Get you into trouble and take all the blame. I'd paint you a picture, write you a song. And i'd do it all over if i did all wrong. I don't wanna steal you away, Or make you change the things that you believe. I just wanna drink from the words you say, And be everything you need. Yeah, i could be so good at loving you. Only if you told me to. I've seen a lot of good love go to waste, And i don't wanna look back on these days. Knowing all the things you you'd never know, If i never said a word and let you go. I don't wanna steal you away, Or make you change the things that you believe. I just wanna drink from the words you say, And be everything you ne...
Mensagens
Leva-me Contigo - XII
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Acordei cedinho. Fui preparar umas waffles que o Martim tanto adora e fui arranjar-me para ir ao hospital. A minha mãe entretanto acordou e levou-me ao hospital. Disse-lhe que podia ir embora e que depois apanhava um autocarro, um táxi ou ia com a mãe dele. Despedi-me dela e fui a caminho do quarto dele com uma uma caixinha com waffles. Bati à porta e a mãe dele acordou e veio cumprimentar-me. Ela foi comer qualquer coisa e eu entrei no quarto. Ele estava a dormir. Estava com uma carinha de anjo, nunca lhe disse nada, mas ele que meio sorri enquanto dorme. Não quis acordá-lo, mas depois já não tinha piada comer as waffles meio frias. Dei-lhe um beijo na bochecha e disse "Bom dia príncipe". - Mar. O que estás aqui a fazer? - disse a sorrir e preocupado. - Vim fazer-te uma surpresa, a minha mãe deixou-me vir visitar-te - sorri. - Que cheiro maravilhoso é este? Trouxeste-me waffles? - Trouxe, vês que boa namorada que eu sou. - Ahah, obrigado princesa - sorriu e ...
pôr do sol
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o sol estava a por-se. estava tudo tão lindo, e tu estavas do meu lado. o céu tinha uma mistura de cores que combinavam com a cor dos teus olhos. sempre adorei observar-te, mas desta vez preferi ficar a ver o sol ir-se embora. não me perguntes porquê, eu só quis. estava nervosa, um pouco mais tímida que o costume e acho que te apercebeste, mas não fizeste nada a esse respeito. este por do sol trazia mais qualquer coisa do que o habitual, eu não esperava nada ti porque afinal, tu nunca me fizeste pensar o contrário. não queria ignorar-te mas tudo o que me fizeste foi isso mesmo, ignorar-me. olhei para o lado e estavas tu a olhar já para mim. corei. sorri timidamente e voltei a observar o sol. soltaste um sorriso e olhas-te para o sol, também. tirei os meus braços de volta da perna e coloquei-as no chão onde estávamos. estava frio, estremeci um pouco mas logo passou. senti-te a olhar para mim, tinhas vontade de dizer algo mas da tua boca nada saiu. estava a anoitecer, o sol quase qu...
O Diário de Jay #5
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26 de Dezembro de 2004 Nem me apercebi que era Natal. Apesar de todas as decorações na rua, nem quis saber. Temos idade suficiente para passar o Natal longe dos nossos pais e família. Pelo menos, já há 2 anos que o nosso grupo não o celebra em família. Parece que a Lara também assim o faz. Enfim, nem quero falar disso. Águas passadas. Passei a noite passada a fazer nada. Não tinha nada para fazer. As aulas recomeçam daqui a nada e não me apetece voltar a ouvir os professores e voltar à universidade. É só o meu primeiro ano e já me fartei de tudo aquilo. Mas tenho de me aplicar. Posso não falar com os meus pais, mas eles pagam-me os estudos. Não vou gastar assim o dinheiro deles. Acordei à bocado, não tinha nada para fazer, vim escrever. Estou a pensar em mudar de casa. Não agora, porque vivo perto da universidade, mas depois que acabar o curso, e arranjar um emprego decente. Quero uma casa grande, com um jardim imenso e piscina. Porque quando casar quero ver o jardim rodeado ...
it's cold outside
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o que o vento não levou, eu guardei. o que o coração perdoou, a cabeça não esqueceu. o que o passado me trouxe, mudou completamente o meu presente. e tu deste um passo no meu esquecimento até caíres no abismo mais profundo que nele há. sempre guardado a sete chaves estavas tu, o meu sentimento mais precioso esquecido mas ainda protegido pelo coração. porque entre eles haverá sempre um conflito sobre os sentimentos. e eu também não sabia qual dos dois escolher, porque eu ainda queria ter-te comigo e ao mesmo tempo esquecer-te. o toque das tuas mãos ainda estavam na minha pele, o sabor dos teus lábios ainda estavam nos meus e o teu sorriso ainda era visto pelos meus olhos. sempre pensei que os espaços entre os meus dedos eram para ser preenchidos pelos teus. sempre pensei que os teus olhos eram encantados pelos meus. e agora, enquanto espero pelo vento sentada no canto de uma janela, agarrada a uma camisola tua, eu vejo as nossas memórias a passar em cada folha que cai da árvore lá fo...
O Diário de Jay #4
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25 de Dezembro de 2004 Passei a manhã com a Lara e depois ela foi para a casa dela. Fui à praia na esperança de encontrar a Anita, ela ainda era a minha melhor amiga apesar de tudo, e queria contar-lhe da Lara. Ela poderia ter respostas para mim. Cheguei lá e chamei-a. Chamei-a umas mil e uma vezes e ela não aparecia. «Será que ela não estava mais por perto?» perguntei-me. Saí dali sem respostas. Começou a correr um vento enorme, frio e interminável. Apressei-me para ir para o carro e fiquei lá dentro a observar o mar. Quantos segredos vão por aquelas ondas. Nem eu sei metade deles. Liguei o carro e fui para casa. Bebi chocolate quente e fui-me deitar na cama. Adormeci e devia ser um sonho, mas vi a Anita. Ao meu lado, a sorrir para mim. Eu conseguia senti-la, parecia tudo tão real. Quando nos tocámos, eu senti. A minha mão sentiu-a. «És mesmo tu?» perguntei. «Sou eu Jay, voltei» disse-me a sorrir, «Mas como?», «Não sei, acordei na praia com as minhas pernas e vi...
Leva-me Contigo - XI
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Não sei quanto tempo passou, pareceu-me ser infinita aquela operação mas quando o médico disse "Correu tudo bem, não era uma operação de grande alarme, acontece muito aos jovens. Ele já está a ir para o quarto, daqui a pouco podem ir visitá-lo" saltei de felicidade e fui abraçar a mãe dele. Ela sabia assim como o Martim que eu estava uma pilha de nervos, e até ela não estava tão preocupada quanto eu. Ela tinha a consciência de que era uma operação comum e estava calma. Fomos para o quarto dele, ele estava ainda meio parvinho por causa da anestesia. - Correu tudo bem? Fiquei sem um braço? - perguntou. - Martim! Nem com anestesia deixas de dizer parvoíces! - disse a mãe dele. - Ahah au! Tenho que animar aqui o ambiente. - Dói-te muito o braço? - perguntei. - Um pouco, mas já passa. Quando tenho alta? - Não sei filho - e entra o médico no quarto. - Ah Doutor, na hora H. - Então? Precisam de alguma coisa? - perguntou. - Quando te...