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A mostrar mensagens de Junho 19, 2011

Delírios de Amor - XVI

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Fomos agarrados um ao outro até ao café ou lá o que era, do hospital e pedimos o que queríamos. Paguei e fomos até à sala onde os meus pais estavam.

Pedro: Aiii, fala qualquer coisa. Que silêncio mais chato ! Ahah .
Iara: Ahah , queres que diga o quê ?
Pedro: O que te vier à cabeça !
  Sorri para mim com ar de gozo.
Iara: O Benfica não presta ?
Pedro: ÓBVIO que não . - Acentuou mais o "óbvio" e depois riu-se para mim. Eu era do Sporting, daí a dizer que não gosto do Benfica. Desculpem a quem é do Benfica, mas ele não presta mesmo (: - Aliás, Benfica, bem nem vou comentar antes que diga muita porcaria. Ahahah .
Iara: É melhor é. Ahahah.
Pedro: As saudads que eu já tinha disto, Iara.
 Sorri-lhe.
Iara: Tu nem tinhas noção das saudades que eu tinha de ti, das tuas palavras, do teu sorriso, do teu carinho, dos teus braços, bem de ti mesmo.
 Comecei a corar, e olhei-lhe nos olhos. Eram tão belos, brilhavam tanto. Ai mãe, como ele era lindo. Para mim ele é como um Deus grego. Tipo, não …

#2

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até agora, as minhas férias têm sido secantes até dizer chega ! preciso de praia, sol, piscina, sair, preciso de divertir-me nas ferias se não ainda viro, como a minha mãe diz, uma atrofiada. passo os dias todos no computador sem nada para fazer, não falo com ninguém e não me divirto. urgência: praia !

Delírios de Amor - XV

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A caminho da sala onde se encontravam os meus pais, deparei-me com a minha mãe.
Iara: Mãe ?
Carolina: Ah, filha. Hum, estavas aí. Não te tinha visto.
Pedro: Eu vou, ah, vemos-nos na sala de espera.
 Sorri-lhe.
Iara: Mãe, que se passa ?
Carolina: Isto que estás a ver, não é nada de mais. É que, bem não sei o que se passa comigo.
Iara: Isso são comprimidos para quê ?
Carolina: Estômago.
Iara: Andas com dores ?
Carolina: Não sei bem, filha. Andei a vomitar à uns dias, e não podia vomitar mais pois sentia-me fraca e não conseguia comer, e os comprimidos ajudam-me.
Iara: Mãe nem penses em ficar viciada nesses comprimidos. Vou levar-te a uma enfermeira ou médico para te fazerem exames.
Carolina: Não é preciso, vais ver que isto passa.
Iara: Mãe, estamos num hospital, rodeado de médicos, que de certeza fazem isto passar ainda mais depressa.
Carolina: Tens razão, vá vamos lá.
   Fomos à entrada do hospital para ver se havia médicos ou tipo enfermeiras que nos atendesse e observasse a minha mãe.
Fui avisa…

#1

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as pessoas estão sempre a seguir uma única regra, uma única forma de viver, um modo de sorrir, uma maneira de diversão enquanto, existem milhões de milhares de maneiras de nos divertirmos, sorrirmos, vivermos, amarmos, socializarmos, enfim, de fazer tudo, toda a gente se limita a fazer o mesmo. é assim tão difícil quebrar uma regra ? tentar fazer de maneira de diferente mas de modo a chegar ao mesmo resultado ? pensava que isto já não existia à tanto tempo, afinal enganei-me redondamente. bom, só espero que essas pessoas abram a pestana e acordem para a vida. pois só temos uma, e essa nunca sabemos quando pode acabar.

Delírios de Amor - XIV

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Nove e trinta e cinco, nove e quarenta, nove e quarenta a cinco... o tempo passava tão depressa que parecia impossível. Mas eu tinha que ter controlo disto, afinal estou a assim para quê ? São só dois amigos, no qual um está a sofrer devido ao irmão por estar gravemente doente, e o outro querer reconfortá-lo. Nem é assim tão mau, pois não ? "Engana-me que eu gosto. " Foi o que me veio à cabeça. Vou construir um muro à volta da parte do meu cérebro/coração que está perdidamente perdida por amores pelo Pedro, e assim, poderemos ambos ter uma noite normal. Bem, normal nem era a palavra certa, mas digamos que sim.
 Quando me dei por mim, perdida em pensamentos, ele chegara. Viu-o a entrar pela porta do hospital, mas fingi que não o vi.

Pedro: Boa noite. - e dirigiu-se aos meus pais. - Boa noite, Iara.
Eduardo e Carolina: Boa noite Pedro, que fazes aqui ?
Pedro: Vim estar com a Iara para caso ela precisasse de ajuda por causa disto.
Carolina: Ah, esta bem então.
Eduardo: Juízo.
Iara:…

Delírios de Amor - XIII

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Estava numa miséria, sentia que estava tanta coisa a acontecer que não seria capaz de aguentar. Era o Pedro, depois tinha ainda de ajudar o João, e agora o meu irmão neste estado. Raios.
 Deixem de ligar aos problemas que tinha e finalmente vi que tinha um monte de SMS da Vanessa, não me apetecia responde-los. Mas se não o fizesse, ela ainda tinha um ataque de coração.
- Desculpa, só vi as mensagens agora.
- Mas então, que se passou para responderes só agora ?
- O meu irmão piorou.
- Então ?
- Os medicamentos não fazem efeito no corpo dele, e isso piora o seu estado de saúde.
 Consegui evitar que as lágrimas começassem a cair pelo meu rosto.
- Que mau bf , espero que ele melhore mesmo mesmo.
- Eu também, obrigada.
  Continuamos a falar durante várias horas.
  Estava desligada de todo o hospital, só me importava com o meu irmão e a única coisa que queria ver era o médico a trazer boas, óptimas notícias do meu irmão. De resto, até mesmo dos meus pais, me tinha desligado. Parecia uma b…

Delírios de Amor - XII

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Carolina: Esta bem então, vai-te vestir que estás num estado que nem comento Iara.
Iara: Sinceridade acima de tudo não é mãe ? - Revirei os olhos.
Carolina: Vá despacha-te.
Iara: Okay , okay. 
  Vesti umas calças de ganga claras, um top preto e um casaco cor-de-rosa. Calcei Vans cor-de-rosa, e lavei a cara para ficar com um estado humano. E fui com a minha mãe para o hospital onde estava o meu irmão. Não parava de pensar como ele estaria, e que ele tinha que melhorar depressa.
Carolina: Estamos quase a chegar.
  Não lhe respondi, tinha uma pressa enorme para o ver. Quando chegámos, o meu pai estava na sala de espera do hospital. Levantou-se logo quando me viu, e deu-me um enorme abraço. Retribui.
Eduardo: Filha, ainda bem que estás aqui.
Iara: Olá pai. Já se sabe alguma coisa do Diogo ?
Eduardo: Infelizmente não, os médicos dizem que estão a fazer-lhe exames para ver se ele tem alguma doença mais grave.
Carolina: Esperemos que não seja nada.
 Os meus pais abraçam-se tentando reconfortar-se.
I…