eu nem sei como ainda sou capaz de te aturar. cada coisa que dizes faz-me tipo curto circuito, és o mais irritante e mesmo toda a gente te dizer todas as verdades na tua cara tu continuas o mesmo parvo de sempre. fazendo-se de idiota e fingindo não ver nada a frente a não ser tu próprio. hoje dei-me conta, outra vez, que é preciso alguém ir-te buscar o que quer que seja. seja até apagar a luz do quarto para ires dormir, por favor, que estupidez. nasceste com pernas para quê? enfeitar? há dias em que nem te ligo nenhuma, és relativamente normal. mas como hoje, e muitos outros dias, és o mais irritante que possa existir. não te suporto, só de olhar para ti dá-me uma vontade enorme de te gritar certas verdades que embora sempre ditas, tu nunca as ouvias.
Underneath: Short Story #2
O início de abril foi marcado pelas suas chuvas terríveis. Após duas semanas de mau tempo, veio um sol forte, quente e duradouro.
Noah já tinha os seus sete anos e começava a mostrar uma estrutura alta e magra. O corpo cheio de sardas, apesar de magro, era forte e não se rendia às feridas que arranjava por trepar na árvore grande do jardim ou por correr demasiado rápido e tropeçar. Ele sabia que a mãe podia usar os seus poderes nele pare lhe aliviar a dor e era sempre uma desculpa para ter a irmã, Violet, por perto. Sem precisar de lhe dizerem directamente, Noah sabia que não fazia parte da família como Ian ou as irmãs gémeas faziam. Mas a quem chamava de mãe, era a sua mãe, e quem chamava de pai, era o seu pai. Depois havia o bisavô Mercúrio que preferia ser só chamado pelo nome, o Urano que implorava por ser chamado de titio ou amado tio, e por fim, a Jade que parecia tanto uma amiga quanto algo mais. Noah também sabia que tinha irmãos, os seus irmãos, e mesmo não sen…
Noah já tinha os seus sete anos e começava a mostrar uma estrutura alta e magra. O corpo cheio de sardas, apesar de magro, era forte e não se rendia às feridas que arranjava por trepar na árvore grande do jardim ou por correr demasiado rápido e tropeçar. Ele sabia que a mãe podia usar os seus poderes nele pare lhe aliviar a dor e era sempre uma desculpa para ter a irmã, Violet, por perto. Sem precisar de lhe dizerem directamente, Noah sabia que não fazia parte da família como Ian ou as irmãs gémeas faziam. Mas a quem chamava de mãe, era a sua mãe, e quem chamava de pai, era o seu pai. Depois havia o bisavô Mercúrio que preferia ser só chamado pelo nome, o Urano que implorava por ser chamado de titio ou amado tio, e por fim, a Jade que parecia tanto uma amiga quanto algo mais. Noah também sabia que tinha irmãos, os seus irmãos, e mesmo não sen…
Adorei tuas palavras, existe sentimento, deu pra sentir. Ja estou seguindo seu blog !
ResponderEliminarBeijos !