A praia naquele dia estava vazia. Tal como ele gosta. O dia não estava muito bom, condizia com o espírito de Jay. Ele olhou o céu, e viu uma tempestade a caminho. «Pode ser que me limpe a alma», disse. Como era possível, alguém da sua idade sentir-se tão depressivo como ele sentia? Será genética? Algum feitiço ou veneno? Mil e uma perguntas e nenhuma resposta. Duma coisa ele tinha a certeza: amava-a acima de tudo. Nenhuma outra rapariga o cativou como ela, ele só tinha olhos para ela. O seu coração estava somente guardado para ela. Era ela, a tal para ele. Mesmo depois de tanto sofrimento, Jay, no fundo do seu coração, iria esperá-la, até que algo o mudasse, o fizesse sentir outra vez outro sentimento que não este de dor, coração partido e amor não correspondido. De repente, sente algo no seu ombro. O seu coração acelera. Mas depressa se apercebe de que se fosse realmente Anita, o seu toque seria diferente. «Olá Jay» disse Amanda na esperança de receber carinho da parte de Jay. «O que estás aqui a fazer? Está a chegar uma tempestade, devias estar em casa», disse. Amanda não se surpreendeu, mas não deixou isso afetar-lhe. «Bem, decidi falar um pouco contigo, pareces triste, vim animar-te» e esboçou o maior sorriso que conseguia, mas nem isso o convenceu. «Se precisasse de animação iria procurar uma discoteca, mas obrigada pela preocupação, já podes ir para casa», e com isto Amanda foi-se embora com uma raiva imensa. Jay soltou uma gargalhada pelo comportamento de Amanda e, de repente, começou a cair pequenos curativos do céu.
Underneath #5
O relógio acabara de marcar as seis e todo o pessoal de Crystal Riders parecia já estar despachado para ir a caminho de casa. Melody viu-se encurralada entre a espada e a parede e tentava o mais possível fazer tempo. Ela encarregou-se de tratar de Ace e fez questão de demorar o processo. Benjamin de vez em quando apercebia-se que ela estava stressada e até lhe perguntou se havia algum problema. Além disso, ele insistiu bastante em ser ele a tratar do cavalo. Melody, desajeitadamente, recusou sempre. No entanto, quando pensava que a situação não podia ser pior, ela foi presenciada pela pessoa que menos queria ver em qualquer momento e em qualquer circunstância. - O que estás a aqui a fazer? Melody levantou o olhar do chão para os seus olhos frios. - Podia perguntar-te o mesmo. - É Melody, certo? - ela assentiu, irritada. - Ouve lá, Melody - ele apontou-lhe o dedo - eu espero que não me estejas a seguir. - O quê!?...

Olá , estou a divulgar o meu blog porque gostaria de ter mais seguidores , para que me pudessem dar mais opiniões acerca dos meus textos (: Se gostares segue-me e manda me um comentário a avisar, para puder seguir o teu (:
ResponderEliminar