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O relógio acabara de marcar as seis e todo o pessoal de Crystal Riders parecia já estar despachado para ir a caminho de casa. Melody viu-se encurralada entre a espada e a parede e tentava o mais possível fazer tempo. Ela encarregou-se de tratar de Ace e fez questão de demorar o processo. Benjamin de vez em quando apercebia-se que ela estava stressada e até lhe perguntou se havia algum problema. Além disso, ele insistiu bastante em ser ele a tratar do cavalo. Melody, desajeitadamente, recusou sempre. No entanto, quando pensava que a situação não podia ser pior, ela foi presenciada pela pessoa que menos queria ver em qualquer momento e em qualquer circunstância. - O que estás a aqui a fazer? Melody levantou o olhar do chão para os seus olhos frios. - Podia perguntar-te o mesmo. - É Melody, certo? - ela assentiu, irritada. - Ouve lá, Melody - ele apontou-lhe o dedo - eu espero que não me estejas a seguir. - O quê!?...
Ryan estava a dizer adeus à mãe quando ouviu o sinal de outra chamada na linha. Desviou rapidamente o telemóvel do ouvido e viu a fotografia de Melody a fazer uma careta no ecrã ao lado da imagem da mãe. Ele despediu-se com beijinhos e prometeu ligar no dia seguinte. Atendeu por fim a chamada de Melody. - Olá, estamos quase a sair de casa. Precisam que levemos jantar ou assim? - Não, bastam as bolachas, obrigado. - Está bem. Até já - e desligou. Nem um minuto passou e Melody e Violet apareceram na sala com um saco grande. - Boa noite - disseram elas. - Olá - disse Ryan que sorriu e colocou o telemóvel no bolso das calças do pijama. - Jantaram bem? - perguntou Violet, dando uma olhadela ao apartamento. - Sim. Ficaram com muito trabalho depois de sairmos? - Um pouco. Mas os vossos pais e os Planetas ajudaram e despachou-se tudo num instante - respondeu Violet. - Ainda bem. - Isto aq...
como a primavera transforma o preto em branco, o azul escuro em azul bebé, o cinzento em verde, e o castanho em cor-de-rosa. o vento frio que queima a pele renasce numa brisa morna que suaviza a tristeza de muitos. e talvez, a minha. a nova flor traz o perfume que ficará na tua roupa por mais uma temporada. as pétalas cobrem o teu ser gentilmente e assim te protegem do frio que se fazia lá fora. agora, essas pétalas abrem e deixam-te exposto para sentires as cores do mundo exterior. a brisa que corre por entre os teus cabelos descobrem novos caminhos, caminhos esses que levam a novas aventuras que tu um dia irás viver. porém, agora é a tua vez de crescer e amadurecer e não de caminhar na diversão proibida. agora é a tua vez de sentir o ar colorido que paira no espaço e os sentimentos que nele se escondem. boa sorte.
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