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my life sucks

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sinto-me sozinha, mesmo estando rodeada por pessoas que realmente gosto. é um vazio que se vai tornando cada vez mais profundo e que quando dou conta sinto que não posso repará-lo. dou por mim tendo mais momentos de fraqueza do que propriamente momentos com esses sentimentos "coloridos". sim, e vai ser assim até descobrir algo que me preencha. hoje fiz o meu auto-retrato, e vi que dentro de mim há coisas que não sei explicar por palavras e muito menos ditas. complicada, confusa, sensível, frágil, melancólica. encontro assim por dentro. claro que os meus dias não são resumidos a estar sozinha, triste, mas penso nisso e penso como isso é tão verdade que não faço nada em relação a isso. parece que me dá um certo conforto estar neste mar de sentimentos, onde ondas de tristeza me invadem e posso estar como quero. a pensar, ouvir música que realmente me faz pensar bem. enfim, sou esquisita em todos os modos. não há ninguém ou alguma coisa que irá mudar isso.


eu podia pensar que t…

8 # Carta para o teu amigo virtual preferido

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tenho alguns amigos virtuais, mas não são aqueles em quem mais confio, amo, protejo, etc. simplesmente são aqueles com quem falo para ter uma opinião mais aberta, de alguém que não está tão a par do assunto. mas o meu "amigo virtual preferido" foi um rapaz, sinceramente de amigo não foi muito, mas vá, gostei de conhecer, é simpático, querido e sabe falar. não conversámos sobre nada em geral, foi conversas banais e depois deixamos  o contacto de lado e perdemos-nos nesse instante. não investi na possível amizade por que acho que saberia se iria resultar ou não. ele, apenas me fez esquecer por breves minutos o caos da minha vida dentro da minha cabeça que geralmente é difícil e por isso digo que talvez foi o meu "preferido". gostei, e foram boas as poucas conversas que tivemos.

soul mates

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envolvendo o meu corpo no teu, beijando os teus lábios, sentindo a tua essência a fundir-se com a minha      são apenas sensações. sensações que comparados ao sentimento, nada são. e que por esses dois, estamos  unidos para sempre, pois qual coração resiste a tanto amor que ambos sentimos? exacto. nenhum. então porquê esse fim repentino? que apanhou-nos aos dois, desprevenidos? tínhamos tanto, tanto e nada. mas bastava e ainda basta. então, porquê? pois, perguntas sem respostas. várias são elas e respostas, nenhumas. e agora, encontro-me com as mãos pelo meu corpo, tentando sentir o meu corpo ao teu. colocando os meus finos e longos dedos nos meus lábios, tentando sentir os teus e por fim, colocando a minha mão no coração tentando sentir aquilo que outrora foi teu.

Delírios de Amor - XXXXV

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Monstros, é o que eles são. As coisas que partiram, graças a Deus não eram nada de especiais. E quanto ao sofá, eu colocava uma manta ou isso por cima e estava o problema resolvido.

 Infelizmente as aulas estavam a começar, era o primeiro dia e o maldito despertador não tocara a horas. Acordei foi com os gatos a lamberem-me e depois que vi as horas tive de despachar-me. Vesti rápido umas calças brancas, com um top rosa/bege, saltos altos bege, um casaquito e a mala. Penteei-me, lavei os dentes, peguei numa fruta e saí de casa muito à pressa. A ir para o carro, lembrei-me que não tinha o telemóvel comigo e lá fui eu buscá-lo.
  À entrada da escola estava o Fábio e o Lourenço a ter uma conversa que parecia estar muito animada, pelos vistos.

Iara: Que imagem maravilhosa, de vocês os dois a falarem e a criarem laços. Yey.
Lourenço: Que parva, logo de manhã. -O Fábio agarra-me, dá-me um beijo na bochecha e diz-me ao ouvido. - Não vim para a escola para aprender a ser vela.
Iara: Ahah cal…

Delírios de Amor - XXXXIV

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Fábio: Já estou cheio, não quero ficar obeso !
Iara: Então estás a ir no caminho certo.
Fábio: Parva.
Iara: Muito. Hum, olha ali em frente ! - Ele olhou e quando reparou que não havia nada olhou para mim de novo e trau! Ketchup na cara dele ! Ahahah. Ele olhou-me com um ar passado e pegou na maionese. - Não eras capaz ! Para já Fábio. Fábio !
Fábio: Chama-se vingança minha amiga ! - E atirou-me maionese para a cara que foi quase para o cabelo, o meu lindo cabelo!
Iara: Já chega, o meu cabelo não pode sofrer com isto portanto chega ahah.
Fábio: Quer dizer, então o meu já pode? É bem Iara.
Iara: Cala-te vá.

 Pagámos os pastéis, e ainda levei outro para comer no caminho, mas mais pequenino. Não queria ficar mesmo obesa não é? Encontrámos depois uma fonte que por sorte não estava ninguém por perto e lavámos a cara porque os guardanapos só limpavam, não deixavam a cara totalmente limpa. O ambiente estava perfeito, calor mas não demasiado, vento mas não era frio. Estava realmente agradável.

Iara:…

make it stop.

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decidi-me e agora não volto atrás. esquecer-te e ignorar-te é o meu objectivo e penso cumpri-lo. mesmo que te aproximes de novo, as vezes todas que te foste embora foram imensas e estar sempre neste zig-zag dói. porque, não sei o que esperar de ti e nem sei o que esperar de mim. fazes-me isto, tornaste-me nisto. presa a ti por uma corrente difícil de soltar, e estou a tentar quebrá-la mas as forças começam a esgotar-se e o desejo de me pertencer a ti consome-me por inteiro querendo sentir-te ainda mais perto de mim, fazendo com que enlouqueça mais rápido do que penso e tornando-me assim ainda mais tua. mas, mesmo que tudo o que se tenha passado signifique algo, para mim, é tarde de mais. e se tu realmente te importasses, terias corrido atrás.   visto que nada disto, eu importa, pronto. porque tu me haverias de importar? ah pois, esqueci-me que sim, realmente importas e não sei como fazer para parar.

Delírios de Amor - XXXXIII

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Fiquei cansada muito depressa, mais depressa do que pensava mas mesmo assim continuei a correr atrás dele o quanto pude. Mas a certo momento deixei de o ver, como se tivesse evaporado. Parei para descansar, e sentei-me, dei uma vista de olhos à volta e continuei a não vê-lo. Levantei-me fui ver ao pé da piscina e ele não estava em lado nenhum. Senti as mãos de alguém nas minhas costas enquanto andava ao pé da piscina que me empurraram para água, e quando vi era o FábioA a rir-se de mim feito anormal!
Fábio: Ahahahahahahah !
Iara: És mesmo parvo Fábio, agora tou toda molhada!
Fábio: Népia, caís-te numa piscina e havias de tar seca não? Ahaha.
Iara: Ah ah ah, que piadão!
 E fui para a toalha em passo rápido, ele veio atrás de mim e agarrou-me no braço.
Fábio: Não ficaste chateada pois não? -  Fiz-lhe cara de má e aborrecida. - Pronto, desculpa.
Iara: Não faz mal - A rir da cara dele por parecer tão culpado, ahah.
Fábio: Mesmo croma, ahah.
Iara: Gostas assim portanto, xiu!
Fábio: Pois gosto!