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make it stop.

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decidi-me e agora não volto atrás. esquecer-te e ignorar-te é o meu objectivo e penso cumpri-lo. mesmo que te aproximes de novo, as vezes todas que te foste embora foram imensas e estar sempre neste zig-zag dói. porque, não sei o que esperar de ti e nem sei o que esperar de mim. fazes-me isto, tornaste-me nisto. presa a ti por uma corrente difícil de soltar, e estou a tentar quebrá-la mas as forças começam a esgotar-se e o desejo de me pertencer a ti consome-me por inteiro querendo sentir-te ainda mais perto de mim, fazendo com que enlouqueça mais rápido do que penso e tornando-me assim ainda mais tua. mas, mesmo que tudo o que se tenha passado signifique algo, para mim, é tarde de mais. e se tu realmente te importasses, terias corrido atrás.   visto que nada disto, eu importa, pronto. porque tu me haverias de importar? ah pois, esqueci-me que sim, realmente importas e não sei como fazer para parar.

Delírios de Amor - XXXXIII

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Fiquei cansada muito depressa, mais depressa do que pensava mas mesmo assim continuei a correr atrás dele o quanto pude. Mas a certo momento deixei de o ver, como se tivesse evaporado. Parei para descansar, e sentei-me, dei uma vista de olhos à volta e continuei a não vê-lo. Levantei-me fui ver ao pé da piscina e ele não estava em lado nenhum. Senti as mãos de alguém nas minhas costas enquanto andava ao pé da piscina que me empurraram para água, e quando vi era o FábioA a rir-se de mim feito anormal!
Fábio: Ahahahahahahah !
Iara: És mesmo parvo Fábio, agora tou toda molhada!
Fábio: Népia, caís-te numa piscina e havias de tar seca não? Ahaha.
Iara: Ah ah ah, que piadão!
 E fui para a toalha em passo rápido, ele veio atrás de mim e agarrou-me no braço.
Fábio: Não ficaste chateada pois não? -  Fiz-lhe cara de má e aborrecida. - Pronto, desculpa.
Iara: Não faz mal - A rir da cara dele por parecer tão culpado, ahah.
Fábio: Mesmo croma, ahah.
Iara: Gostas assim portanto, xiu!
Fábio: Pois gosto!
what can i do to make you want me? 
dás-me sinais tão confusos, caminhos incertos e respostas tão diferentes. e sim, apaixonei-me na mesma, sabendo que ia cair nisto, em ti.
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envolve-me nos teus braços de novo. como quando fazias à dias atrás. naqueles não muito fortes nem muito fracos, quentes e protectores braços que eu tanto gosto de sentir à minha volta. e mesmo que seja por meros segundos, fá-lo. sussurra ao meu ouvido como é o teu hábito fazer, faz-me rir e gozar contigo como antes fazias porque agora só trocas puras palavras que a mim não têm valor comparado ao que me dizias antes. não me faças perder o interesse por ti, interesse esse que foi tão difícil de admitir a mim própria. não te agarres a outra que não seja eu. isso irá fazer com que, por dentro, fique em pedaços mais pequenos que eles próprios.

should i give up?

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é como se tu fosses eu, e mesmo tu não sejas eu sinto-o assim. dessa maneira. não quero ser aquela por quem tu dizes que foi só outra que se apaixonou por ti, mas sim aquela por quem se apaixonou por ti e tu te apaixonaste-te por mim e vivemos felizes até o tempo decidir por um ponto final. não me vais fazer declarar-me não vais? pois só falta na minha testa estar escrito isso mesmo. é difícil o suficiente manter-te por perto, quanto mais que sejas meu alguma vez. parecem aos montes, montes delas a gostar de ti e tu delas. mesmo sabendo que és capaz de amar a sério alguém, porque haveria de ser a mim não é? pois, percebo. não devia pensar assim, mas pronto, não me dás outra justificação. quero desistir mas quando estou prestes a fazê-lo tu voltas para mim, ficas mais próximo que nunca. percebe que não ajudas nisto tudo, nada mesmo. és o maior labirinto por onde passei.
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não sei o que sinto, não sei. estou feliz? capaz, estou triste? talvez. vejo coisas que mostram a realidade, identifico-me e lembro de coisas que não devia lembrar, de pessoas que não devia lembrar. lembranças que me trazem mágoa, tristeza, como trazem alegria, saudade. é um mar de emoções, que me fazem lembrar de ti, de nós. me fazem lembrar deles e delas, aqueles e aquelas que nunca deveriam importar. nunca mais. e mesmo assim, presumo que na minha memória ainda haja fragmentos de imagens, imagens desfocadas daquilo que fui ou sou ou era. nem sei mais. do cheiro, vêm-me coisas parvas, sem nexo. como se estivesse a cheirar o perfume de cada pessoa por quem passei, o cheiro que esse pode ser agradável como imundo. não percebo nada disto. o sabor, o teu sabor não é mesmo. mas, como o posso saber se nunca o cheguei a provar na minha boca? se nunca o senti nos meus lábios? como que se o meu desejo fosse tão real que conseguia provar-te assim, de longa distância sem precisar de contac…

Delírios de Amor - XXXXII

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Fábio: Sabes, ainda não te esqueci.
 Fiquei calada, nem olhei para ele sequer. Não sabia com que cara lhe enfrentar, nem o que dizer.
Fábio: Pronto, já percebi tudo.
Iara: Percebeste o quê? - Queria saber o que ele andava a pensar.
Fábio: Que gostas daquele Lourenço e que eu, já passei à história. - Ele sentou-se na cama dele, e eu levantei-me e fui para o lado dele.
Iara: Acredita em mim, ele é meu melhor amigo. Um irmão para mim, e se tivesses passado à história achas mesmo que estaria aqui? - Quando ouvi o que disse, nem me reconheci. Apenas, sorri-lhe.
Fábio: Mas eu ainda te amo, e tu de certeza que não.
Iara: Sinceramente não sei. Temos que ver o que acontece, Fá.
Fábio: Tens razão.
Iara: Claro.
Fábio: Não tens falado com o Pedro?
Iara: Não porquê?
Fábio: Soube que ele já tinha namorada, pensava que já sabias.
Iara: Hum, fixe para ele. Nunca mais lhe falei nem espero isso da parte dele. - Não, não fiquei perturbada por saber disto. Aliás até fiquei feliz por saber que ele já me tinha ultrapa…